sexta-feira, 13 de maio de 2016

ETA BRASIL, BRASIL BRASIL...

“De ‘rei da soja” a condenado por desvio de merenda: conheça os ministros de Temer.
Entre os 23 membros do gabinete de presidente interino, sete deles são investigados pela Justiça ou em tribunais de conta; um deles foi condenado e apelou da decisão.

Após assumir a Presidência interinamente na quinta-feira, Michel Temer divulgou a lista de ministros de seu novo governo.
Dos 23 nomes, sete deles (ou 32%) são investigados pela Justiça ou em tribunais de conta ou já foram condenados. Entre os membros da equipe do presidente interino, Henrique Alves, Romero Jucá, Geddel Vieira Lima, Ricardo Barros, José Serra e Gilberto Kassab são suspeitos de crimes como improbidade administrativa.

O senador é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). A suspeita é de recebimento de propina de contratos do setor elétrico disfarçada de doação eleitoral a seu filho, que disputou o cargo de vice-governador de Roraima em 2014. Jucá também é investigado no principal inquérito da Lava Jato no STF, que apura formação de quadrilha no esquema de desvios da Petrobras.
No ano passado, Padilha livrou-se de um inquérito por peculato (desvio de recurso por funcionário público) a que respondia no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele era investigado pela contratação de uma funcionária fantasma em seu gabinete na Câmara.

Citado na Operação Lava Jato, ele é suspeito de ter usado sua influência para atender a interesses da construtora OAS no banco, junto à Secretaria da Aviação Civil da Presidência e à prefeitura de Salvador.

Há poucos dias, o Supremo Tribunal Federal recebeu da Justiça de São Paulo um pedido de investigação de três ex-prefeitos suspeitos de improbidade administrativa, e um deles é Serra - os outros são Marta Suplicy (PT-SP) e o ex-ministro e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.
Além disso, em março, o STF decidiu reabrir duas ações de reparação de danos por improbidade administrativa contra ex-ministros de FHC; Serra também está na lista.


Michel Temer assumiu a Presidência interinamente

Entre os 23 membros do gabinete de presidente interino, sete deles são investigados pela Justiça ou em tribunais de conta; um deles foi condenado e apelou da decisão.

Após assumir a Presidência interinamente na quinta-feira, Michel Temer divulgou a lista de ministros de seu novo governo.
Dos 23 nomes, sete deles (ou 32%) são investigados pela Justiça ou em tribunais de conta ou já foram condenados. Entre os membros da equipe do presidente interino, Henrique Alves, Romero Jucá, Geddel Vieira Lima, Ricardo Barros, José Serra e Gilberto Kassab são suspeitos de crimes como improbidade administrativa.
Leia abaixo um pequeno perfil de quem assume os ministérios.
Fazenda
Ueslei Marcelino/Reuters

Um dos primeiros nomes cogitados por Temer, Henrique Meirelles foi presidente do Banco Central desde o começo do governo Lula, em 2003, até 2011, tornando-se o mais longevo no cargo. Sua passagem é lembrada por transparência na comunicação, um ciclo bem-sucedido de redução de juros, a inflação controlada e um crescimento contínuo do PIB.
Antes de assumir o BC, Meirelles foi presidente mundial do BankBoston e candidato a deputado federal por Goiás, tendo sido o mais votado no Estado. No entanto, não chegou a ocupar a cadeira porque aceitou a função no Banco Central.
Filiado ao PMDB, antes da indicação, Meirelles estava à frente do banco Original, do grupo JBS. Ele também presidia o Conselho da J&F Investimentos e era membro do Conselho do Lloyd's de Londres e do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas.
Planejamento
Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Integrante da base de Temer, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) é presidente da sigla e foi líder dos governos FHC, Lula e Dilma no Senado.
Foi eleito à Casa em 1994, depois de ser presidente da Funai nos anos 1980. Jucá foi reeleito para outros dois mandatos consecutivos, em 2002, pelo PSDB, e em 2010, já no PMDB. Em 2005, foi nomeado ministro da Previdência Social do governo Lula, mas deixou o cargo depois de quatro meses, acusado de corrupção.
No PMDB, ele fez parte da ala que defendeu o desembarque do partido do governo Dilma. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", como ministro, Jucá planeja levar a mineradora Vale para sua área de influência e participar da escolha do próximo presidente da empresa.
O senador é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). A suspeita é de recebimento de propina de contratos do setor elétrico disfarçada de doação eleitoral a seu filho, que disputou o cargo de vice-governador de Roraima em 2014. Jucá também é investigado no principal inquérito da Lava Jato no STF, que apura formação de quadrilha no esquema de desvios da Petrobras.
Casa Civil
Alan Marques/ Folhapress

Aliado próximo do presidente interino, Eliseu Padilha foi ministro da Aviação Civil de Dilma e dos Transportes de FHC. Sua participação no governo petista foi breve. Anunciado como ministro em dezembro de 2014, pediu demissão em dezembro de 2015, um dia antes do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, acatar o pedido de impeachment. Padilha alegou "razões pessoais" para justificar sua saída.
No ano passado, Padilha livrou-se de um inquérito por peculato (desvio de recurso por funcionário público) a que respondia no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele era investigado pela contratação de uma funcionária fantasma em seu gabinete na Câmara.
Em 2014, a Primeira Turma do Supremo entendeu que havia um problema na origem da investigação e decidiu arquivá-la.
Padilha, de 70 anos, também foi três vezes deputado federal pelo Rio Grande do Sul.
Nas eleições de 2010, ficou como primeiro suplente e retornou ao cargo em 2013, com a nomeação do deputado Mendes Ribeiro Filho para o Ministério da Agricultura. Permaneceu no cargo até janeiro de 2015. Todos os seus mandatos foram exercidos no PMDB, ao qual é filiado desde 1966.
Secretaria de Governo
Divulgação

Ex-ministro da Integração Nacional de Lula e ex-líder do PMDB na Câmara, Geddel Vieira Lima será o responsável pela articulação política no Congresso. O nome teria sido escolha pessoal de Temer.
Antes do anúncio de Temer, quando era apenas cotado para o ministério, ele fez duras críticas a Dilma, dizendo que ela deveria parar de "se vitimizar". Na gestão da petista, Lima foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.
Citado na Operação Lava Jato, ele é suspeito de ter usado sua influência para atender a interesses da construtora OAS no banco, junto à Secretaria da Aviação Civil da Presidência e à prefeitura de Salvador.
Hoje, ele é visto como um nome que está distante do Parlamento.
Relações Exteriores
Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Amigo pessoal de Michel Temer e um dos caciques do PSDB, José Serra defendeu o apoio do partido ao então vice-presidente. Ex-ministro do Planejamento e da Saúde de FHC, o senador já se candidatou duas vezes ao Planalto: em 2002, derrotado por Lula, e 2010, derrotado por Dilma.
Foi também governador de São Paulo e prefeito da capital paulista.
Há pouco dias, o Supremo Tribunal Federal recebeu da Justiça de São Paulo um pedido de investigação de três ex-prefeitos suspeitos de improbidade administrativa, e um deles é Serra - os outros são Marta Suplicy (PT-SP) e o ex-ministro e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.
Além disso, em março, o STF decidiu reabrir duas ações de reparação de danos por improbidade administrativa contra ex-ministros de FHC; Serra também está na lista.
Segundo veículos da imprensa, a ideia é que Serra fortaleça o Itamaraty, dando-lhe mais protagonismo em negociações comerciais e ações de estímulo a produtos brasileiros no exterior.
Cidades
Nilson Bastian / Câmara dos Deputados

Deputado responsável por dar o voto decisivo para o impeachment de Dilma na Câmara, Bruno Araújo (PSDB-PE) é aliado de Aécio Neves e já foi líder do PSDB na Casa.
Araújo teve o nome citado na lista de pagamentos feitos pela Odebrecht, relevada após busca e apreensão feita pela Operação Lava Jato em março. A citação do nome do tucano é referente às campanhas eleitorais de 2010 e 2012.

Reprodoução/Câmara dos Deputados

Relator do Orçamento 2016, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) defendeu corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família. Deputado federal por cinco mandatos, ele teve o nome indicado pelo Partido Progressista.
Barros foi cotado para assumir a pasta quando Dilma Rousseff (PT) reestruturou os ministérios numa tentativa de manter a base aliada. No entanto, seu nome foi descartado quando ele decidiu seguir a orientação do PP e apoiar o processo de impeachment.
Um inquérito no STF investiga uma suposta orientação dada por Barros para direcionar uma licitação de publicidade da prefeitura de Maringá.
De acordo com gravações telefônicas feitas em 2011 pelo Ministério Público Estadual, Barros teria orientado um secretário da prefeitura de Maringá a fazer um "acordo" entre duas agências de comunicação que disputavam licitação de publicidade da administração municipal, no valor de R$ 7,5 milhões.
                                                              COMENTÁRIO
                                                 E É SÓ UNS DELES HEM
ESTES VÃO COMANDAR O BRASIL, AQUI PRA NOS TAMBÉM HEM, ESTE STF É DE VAGA QUASE PARANDO, SE FOSSE EU QUE TIVESSE COMETIDO UM DESLISE EU ESTARIA NAS GRADES. A MUITO TEMPO MEU AMIGO. SOU UM PÉ SUJO FAZER O QUE NE TEMOS QUE COM VIVER COM ESTAS GENTALHA, POR QUE NINGUÉM VAI
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TEMER TERME TU ES LOUCO AGUARDE O TEMPO...

DEFINITIVAMENTE ESTE CARA QUE ENTROU NO LUGAR DA DILMA VÃO PAGAR MUITO CARA.

                                                                    COPIADO

                            Wikileaks diz que Michel Temer atuou como informante dos EUA

Brasília, 13 Mai 2016 (AFP) - O novo presidente interino Michel Temer se reuniu ao menos duas vezes em 2006 com funcionários da embaixada dos Estados Unidos no Brasil para comentar a situação política e as possíveis alianças eleitorais, revelou nesta sexta-feira o site WikiLeaks.

Temer, na época deputado e presidente do PMDB, considerava que a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva havia criado uma "enorme esperança" na população, mas ao mesmo tempo pensava que seu desempenho na presidência havia sido decepcionante, razão pela qual avaliava a possibilidade de que seu próprio partido político lançasse um candidato.

Também cogitava fazer uma aliança eleitoral com o PT caso uma candidatura própria não fosse viável.

As declarações de Temer estão reunidas em um arquivo "sensível", mas não classificado, do Departamento de Estado dos Estados Unidos, com data de 11 de janeiro de 2006.

Ao publicar estes documentos, o WikiLeaks identificou Temer em sua conta do Twitter como um "informante de inteligência" dos Estados Unidos.

Segundo os arquivos, Temer criticava Lula por sua "visão estreita" e pela "ênfase excessiva nos programas sociais que não promovem o crescimento e o desenvolvimento econômico".

Em sua conversa, Temer afirma, inclusive, que "alguns líderes do PT roubaram as finanças públicas, não para seu benefício pessoal, mas para ampliar o poder do partido".

Outro documento diplomático publicado também pelo WikiLeaks e com data de 21 de junho de 2006 identifica o cônsul-geral como o interlocutor de Temer nestas reuniões.

O documento, assinado pelo (então cônsul Christopher) McMullen, também contém duros comentários do diplomata sobre o partido de Temer.

"O verdadeiro problema com o PMDB é que não tem uma ideologia ou uma estrutura política que lhe permita elaborar e implementar uma agenda política nacional coerente", escreve McMullen, ao definir este partido como "uma coalizão de caciques regionais oportunistas".

Temer, de 75 anos e até então vice-presidente de Dilma Rousseff, assumiu na quinta-feira interinamente a presidência do Brasil, depois que o Senado aprovou a abertura de um julgamento de impeachment da presidente por maquiar as contas públicas.

O Brasil está abalado pelas revelações de um escândalo de corrupção descoberto há dois anos na Petrobras, que tem na mira dezenas de políticos do PT, do PMDB, do Partido Progressista e poderosos empresários.

Dilma não é alvo de nenhuma investigação ou acusação por corrupção e sustenta que seu afastamento do poder constitui um golpe, além de ter classificado Temer de traidor.
Leia mais em: http://zip.net/bhthfv
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segunda-feira, 9 de maio de 2016

TA TODO MUNDO DOIDO..

           Presidente interino da Câmara anula tramitação do impeachment de Dilma

De acordo com a Folha de S. Paulo, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), acaba de assinar uma decisão para anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso.
A decisão será publicada na edição do Diário da Câmara desta terça (10) e derruba as sessões que trataram do processo na Casa entre os dias 15 e 17 de abril.
Maranhão pede que o todo o processo volte à Câmara. A tramitação do impeachment já avançou ao Senado e teve relatório aprovado por comissão especial. A votação final é prevista para quarta-feira (11), quando os senadores vão decidir sobre o afastamento por 180 dias de Dilma. Até agora, não está certo se esse calendário será mantido.
Por isto que ninguém pode rir de ninguém, estamos no Brasil. ta todos muito louco, ninguém sabe o que quer. Sera mais um més de muita hora extra para o bolso deles já ganharam uma grana preta.

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quarta-feira, 4 de maio de 2016

ESTE É O BRASIL...

                   Adolescente detida em abrigo nos EUA volta ao Brasil com a mãe
                                                                         COPIADO
A estudante de Palmas (TO) Anna Beatriz Theophilo Dutra, 17, desembarcou com a mãe, Leide Theophilo, na manhã desta terça-feira (03) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. A informação foi confirmada pelos pais da jovem nas redes sociais. Segundo o pai de Anna Beatriz, Eduardo Dutra, as duas devem chegar a Palmas nesta noite.
Anna Beatriz foi detida em Detroit (EUA) no dia 18 de abril acusada de viajar com visto de turista para permanecer em solo americano como estudante. Ela permaneceu as duas últimas semanas em um abrigo na cidade de Chicago.
"Para o consulado brasileiro, é a primeira vez que um processo é tratado com saída de duas semanas", disse a mãe da jovem, Leide, comemorando a soltura da filha em uma postagem no Facebook. "Cansei de ouvir nos EUA que a situação da minha filha Anna Dutra iria demorar no mínimo três meses para resolver", afirmou.
Em nota publicada no Facebook, o pai de Anna Beatriz agradeceu os esforços do Consulado brasileiro no caso da filha. "Embora todas as informações e expectativas iniciais fossem de uma demora superior a dois meses para resolver esta situação e para que ela pudesse ser liberada para retornar ao Brasil, com a mobilização feita e com a repercussão que o caso tomou, conseguimos resolver em tempo recorde", disse.
Prestes a completar 18 anos, a jovem, que mora em Palmas, é emancipada desde o ano passado. Ao terminar o ensino médio, os pais a presentearam com as viagens, para que pudesse conhecer vários países, antes de começar a faculdade. Pela segunda vez este ano, foi para os Estados Unidos. Em janeiro esteve em Miami e em Nova York.
Agora, tinha como objetivo visitar museus e aperfeiçoar o inglês, com uma amiga que mora em Boston. Até março, estava na Argentina, fazendo intercâmbio cultural. Em julho, o destino seria o Canadá.
Os documentos de Anna Beatriz, dinheiro, celular e malas foram apreendidos. Nos primeiros dias, ela só conseguia falar com a família uma vez por semana, durante dez minutos, com viva-voz.
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É muita frescura para um país só, prender por causa de uma porcaria de um visto, por que não mandou ela vir embora? Vocês lembram o avião do legasse que derrubou o avião da gol, este governo incompetente do Brasil liberou os piloto do legasse, os cara estão lá nos EUA comendo caviar e bife amilanesa e os passageiros da gol esta enterrada mas que coisa hem, este é o Brasil, de autoridade de incompetente, ser for fala de coisas que cidadão americano fez no Brasil é um absurdo.    
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É O FIM DO MUNDO! ESTE É O BRASIL...

       tem muitas pessoa que não sabe!        
              O QUE É O IMPEACHMENT?

É um processo em parte jurídico, em parte político, conduzido pelo Congresso Nacional, que julga se uma pessoa com função pública cometeu um chamado crime de responsabilidadeNo caso do presidente, ele pode ser condenado por oito grupos diferentes de crimes de responsabilidade.

QUEM PODE SER SUJEITO A UM PROCESSO DE IMPEACHMENT?

Pessoas com função de chefia no Poder Executivo podem sofrer impeachment: a lei prevê o uso desse processo contra Presidente e seus Ministros de Estado na esfera federal, bem como Governadores e seus Secretários na esfera estadual. É controverso se vice-presidentes e vice-governadores também podem sofrerimpeachment. A lei também não prevê esse procedimento contra prefeitos.[Nota: este parágrafo anteriormente afirmava erroneamente que prefeitos e deputados podem sofrer impeachment, o que foi corrigido.]

QUEM PODE FAZER UM PEDIDO DE IMPEACHMENT?

Qualquer cidadão pode fazer um pedido de impeachment. Basta entregar uma denúncia contra uma pessoa com função no Executivo à Câmara dos Deputados. É claro que, para ela ser acatada, ela tem que estar acompanhada de provas do suposto crime cometido pela pessoa acusada. Outros critérios para que a denúncia seja aceita são conter uma lista de pelo menos cinco testemunhas e ter uma assinatura com firma reconhecida.

 1. Se o presidente da Câmara considerar que a denúncia é válida, ele deve lê-la em plenário para a Câmara.
2. Em seguida, ela é encaminhada para uma comissão formada especialmente para analisar o caso.
3. A comissão ouve a acusação e a defesa do presidente. Prazo para os trabalhos da comissão: 10 sessões.
4. O relator da comissão apresenta um parecer sobre o caso. Depois da leitura do parecer, ele é discutido e votado pela comissão dentro de 5 sessões.
5. 48 horas após a apresentação do parecer, o documento deve ser incluído na ordem do dia e votado em plenário pelos deputados (513, ao todo). São necessários dois terços dos votos (342) para que a abertura do processo de impeachment seja recomendado para o Senado (abstenções e ausências são votos contra a abertura do processo).
6. Aprovado no plenário da Câmara, o pedido é repassado para o Senado, que é responsável pelo julgamento propriamente dito.
7. O Senado também deve decidir pela abertura do impeachment. Para isso, é instalada uma comissão especial, semelhante à comissão da Câmara.
8. Após a comissão elaborar e votar o parecer do relator, ele é levado para votação em plenário. Para que seja aberto o processo, basta o voto da maioria simples dos senadores (41 de 81; a maioria dos presentes basta).
9. Quando o Senado instaura o processo, o presidente é afastado de suas funções por um período 180 dias e se torna oficialmente réu por crime de responsabilidade. Começa a fase de pronúncia, em que uma nova comissão é instalada para aprofundar as investigações das acusações. Essa comissão designa um relator, que elabora novo parecer recomendando se o acusado deve ser julgado ou não. Esse parecer é encaminhado ao plenário, que mais uma vez por maioria simples decide se a presidente é julgada ou não.
10. Finalmente, chega o dia do julgamento. A sessão do Senado em que o presidente é julgado por crime de responsabilidade é presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. Dessa vez, dois terços dos senadores (54 de 81) precisam ser a favor do impeachment para que ele seja condenado (abstenções e ausências também são votos contra a condenação).
11. O prazo para finalizar o processo é de 180 dias, mas ele pode se estender mais. Se demorar mais que 180 dias, o presidente volta às suas funções; mas se for considerado culpado, será novamente afastado.
12.O presidente condenado em processo de impeachment, além de perder o cargo, fica inelegível por oito anos.
13. Se não for condenado, o presidente volta às suas funções.

QUEM ASSUME SE O PRESIDENTE SOFRER IMPEACHMENT?

O substituto imediato do Presidente é o seu vice. Ou seja: se Dilma não pudesse mais governar hoje, Michel Temer seria o novo presidente.
Mas se o vice também não puder exercer o cargo, seja por cassação ou renúncia, quem assume em um primeiro momento é o Presidente da Câmara dos Deputados (hoje Eduardo Cunha). Mas ele não fica por muito tempo no cargo: será necessário convocar novas eleições para a escolha de um novo representante. Nesse caso, é preciso atentar a um detalhe importante:
  1. Se os cargos de Presidente e Vice-Presidente ficarem vagos nos primeiros dois anos de mandato: novas eleições diretas serão convocadas. Isso deve acontecer 90 dias após o último cargo ficar vago.
  2. Se a saída de ambos ocorrer nos últimos dois anos de mandato, a escolha do novo presidente será indireta, por votação do Congresso (Câmara e Senado). A escolha deve ser feita em 30 dias.
Um último detalhe: a pessoa que assumir o cargo nessas hipotéticas eleiçõesapenas cumpriria o mandato de quem o antecedeu. Portanto, tem um mandato mais curto do que normalmente um presidente teria. No caso de hoje, um novo presidente ficaria no cargo até o final de 2018, quando novas eleições presidenciais serão realizadas.
ATE AGORA NINGUÉM PROVOU NADA CONTRA A DILMA, PEDALADA FISCAL O FHC, COLO DE MELO, FEZ, E MUITOS OUTROS PRESIDENTE FIZERAM TAMBÉM, E NINGUÉM FALOU NADA, O MAIS CURIOSO QUE OS POLÍTICOS BRASILEIROS SÃO MACHISTA NÃO ACEITA SER COMANDADO POR UMA MULHER. 



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terça-feira, 3 de maio de 2016

ETA POVINHO FÁCIL DE SE VICIA...

         Justiça nega recurso e mantém bloqueio do WhatsApp
O desembargador Cezário Siqueira Neto, do Tribunal de Justiça de Sergipe, negou recurso do WhatsApp. Com isso, o bloqueio ao app está mantido. O bloqueio ao aplicativo de mensagens está previsto para durar 72 horas (contados a partir das 14h da segunda-feira, 2) e é válido para as operadoras Tim, Oi, Vivo, Claro e Nextel.
"O aplicativo, mesmo diante de um problema de tal magnitude, que já se arrasta desde o ano de 2015, e que podia impactar sobre milhões de usuários como ele mesmo afirma, nunca se sensibilizou em enviar especialistas para discutir com o magistrado e com as autoridades policiais interessadas sobre a viabilidade ou não da execução da medida. Preferiu a inércia, quiçá para causar o caos, e, com isso, pressionar o Judiciário a concordar com a sua vontade em não se submeter à legislação brasileira", justificou o desembargador em decisão proferida nesta madrugada.
Após ter dito que tinha cooperado com a Justiça brasileira e estava decepcionado com a suspensão, o WhatsApp entrou na segunda-feira com o recurso judicial contra o bloqueio. Esta é a segunda vez que o aplicativo de mensagens fica fora do ar no Brasil, a primeira foi em dezembro de 2015.                                             
                                                                      COMENTÁRIOS
Será que estes doente pelo o aplicativo vão morrer por que ficou sem acesso por alguns dia? Se morre eu só lamento por que foi se viciar por uma coisa que antes não existia e eles não morreram, e vão morrer agora.

Tinha que tirar de circulação também o facebook o imail pra ver se morre mais gente por que não consegue ficar uns dia sem acesso eta povinho fácil de se viciar, tem mais é que sofre mesmo. As vezes eu não entendo como que eles não morreram antes por que antes não existia esta coisas.
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segunda-feira, 2 de maio de 2016

MUDANÇA URGENTE...OUTRA ELEIÇÃO

                               A QUEM INTERESSA?
Na grande verdade a que interessa a saída da presidente Dilma, aos pobre a  classe média ou os ricos, na verdade à quem interessa a saída da presidente, é lógico que o mais interessado nisto tudo são os ricos podre deste país que não tem dinheiro que da para eles, o pobre só resta a cada dia viver como escravo nas mão do podre de rico. Você acha que existem inflações o que existe é a ganância dos ricos que não tem dinheiro que dar pra eles, o mais importante é ter os pobres sobre os domínios do, isto que interessa, o negocio é o pobre não ter direito a mais nada, quem conseguiu ser alguma coisa no governo que saiu e no governo Dilma, quem não conseguiu não vai conseguir mais, pobre que comprou carro comprou quem não comprou esqueça, se você já andou de avião andou quem nunca andou esqueça por que vai ficar difícil agora pra andar.  
A decepção do Brasileiro não é se a presidente sai ou fica, a grande decepção é você ver que quem estar tirando ela são as piores espécie de homem neste país, e o mais triste é ver pobre querendo que ela saia; Tudo bem que ela sai, o problema é as carniça que querem assumir o lugar dela, é isto que deixa a população indignados. Você já viu o tipo de gente, fica uma pergunta é justo Temer ser o presidente pessoas que ninguém votou nele, o Cunha é certo? Outro pau de galinheiro, o Aécio outro que roubou o dinheiro da saúde de minas e ainda por cima agrediu a mulher dele na frente dos outros em uma festa lá no Rio de Janeiro, então são esta a indignação do povo.
                                        

O certo e outra eleição sem estas corjas; E o moro parece que com a saída da Dilma o caminhar da situação esta tomando outro destino por que ninguém quase não fala mais nada, fica uma pergunta será por que, que o Moro não investiga o Temer e o Aécio, não tira o Cunha, nem a imprensa podre deste país quase não fala mais nada será por que hem?  
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